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Casos de Influenza A avançam em São Paulo e acendem sinal de alerta

O mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz, revela um aumento significativo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pela influenza A no estado de São Paulo. O vírus já é responsável por mais da metade das mortes por SRAG com diagnóstico positivo para vírus respiratórios em 2025, representando 50,7% dos óbitos.

Esse crescimento acende um alerta importante, especialmente porque São Paulo possui conexões com diversas regiões do país, o que pode favorecer a disseminação do vírus em nível nacional.

Monitoramento e circulação de vírus no Brasil

A análise, referente à Semana Epidemiológica 40 (28 de setembro a 4 de outubro), mostra que o número de casos de SRAG apresenta tendência de crescimento em várias regiões. Os principais vírus detectados no período foram:

  • Influenza A: presente em 17,1% dos casos positivos e 15,9% dos óbitos
  • Covid-19 (Sars-CoV-2): 16,1% dos casos e 52,3% dos óbitos
  • Vírus Sincicial Respiratório (VSR): 11,1% dos casos e 5,1% dos óbitos
  • Rinovírus: 41,5% dos casos e 22% dos óbitos
  • Influenza B: 2% dos casos e 2,3% dos óbitos

O cenário destaca a importância da vigilância contínua e das medidas de prevenção, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.

Recomendação para os grupos de risco

Idosos, pessoas com comorbidades ou imunossuprimidas são mais suscetíveis a complicações graves da gripe. Por isso, manter a vacinação em dia contra a influenza e a Covid-19 é essencial.

Além disso, é recomendado que, em caso de sintomas gripais, as pessoas façam isolamento domiciliar. Quando não for possível, o uso de máscaras do tipo PFF2 ou N95 ajuda a reduzir a transmissão dos vírus.

Participe do nosso estudo clínico

Diante desse cenário, a USCS está com um estudo clínico aberto para pessoas com mais de 60 anos, voltado à prevenção de complicações da gripe. Essa é uma oportunidade de contribuir com a ciência e, ao mesmo tempo, receber acompanhamento gratuito.

Se você tem 60 anos ou mais, participe do nosso estudo gratuito.

A prevenção é o melhor caminho para proteger quem mais precisa.